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domingo, fevereiro 06, 2011
quinta-feira, dezembro 02, 2010
Sombras
domingo, dezembro 20, 2009
quinta-feira, dezembro 03, 2009
JORGE COLOMBO
O Jorge Colombo (Lisboa, 1963), actualmente a viver em Nova Iorque, soma e segue. Desta vez fez a capa de Dezembro da revista norte-americana Poetry. Uma capa cheia dos seus Daillies. Qual deles é o Jorge? (resposta em baixo)


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domingo, abril 05, 2009
terça-feira, março 24, 2009
domingo, setembro 30, 2007
domingo, maio 06, 2007
COLECÇÃO BERNARDO (2)
“VAI PRECISAR DE SACO?”
“VAI PRECISAR DE SACO?”, 2007
técnica mista de gesto e voz / n.º inv. 02-07
adquirido com fundos do fundo do porta-moedas
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técnica mista de gesto e voz / n.º inv. 02-07
adquirido com fundos do fundo do porta-moedas
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A Colecção Bernardo, em depósito no Poesia Ilimitada, constituída por memorabília quotidiana em homenagem a Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa, orgulha-se de apresentar ao público e pela primeira vez, a sua mais recente aquisição. Enquadrando-se na perfeição na cena artística dos actuais "artistas" nacionais, “Vai precisar de saco?“, peça adquirida por 2 cêntimos (por saco...) na caixa de um Pingo Doce, é uma obra única de contemporaneidade onde se pode ler em todo o seu esplendor, a verdadeira dimensão da “xico-espertisse” lusitana. Na esteira de Tino Segal – artista plástico que coloca na boca (e no corpo) dos assistentes dos museus onde expõe, um conjunto de frases e situações com o intuito de despertar uma reacção da parte do visitante (por exemplo, a frase ouvida da rapariga da bilheteira do Museu Serralves “O terramoto na Indonésia fez milhares de vítimas. Tino Segal, 2006”, à qual respondi estupefacto, “Desculpe, o que disse?”; “O terramoto na Indonésia fez milhares de vitimas. Tino Segal, 2006”; "Ah!..."), - também a instalação “Vai precisar de saco?” exibe a muito portuguesa caracteristica do deixa-cá-ver-se-enrrolo-estes-tipos-mais-um-bocado, tanto quanto a capacidade única de interpelar o visitante, suscitando da sua parte toda uma miríade de reacções:
- “Vai precisar de saco?”
- Não, menina. Estava mesmo a pensar em levar este carrinho cheio de compras num dos bolsos de trás das calças.
- “Vai precisar de saco?”
- Não, muito obrigado. Vim prevenido com sacos do Continente.
A Colecção Bernardo convida os visitantes (!) a reagir na caixa de comentários a mais esta extraordinária aquisição, doravante em exibição permanente neste blog.
- “Vai precisar de saco?”
- Não, menina. Estava mesmo a pensar em levar este carrinho cheio de compras num dos bolsos de trás das calças.
- “Vai precisar de saco?”
- Não, muito obrigado. Vim prevenido com sacos do Continente.
A Colecção Bernardo convida os visitantes (!) a reagir na caixa de comentários a mais esta extraordinária aquisição, doravante em exibição permanente neste blog.
quinta-feira, janeiro 04, 2007
COLECÇÃO BERNARDO
CONSULTA DE MESA, 2006 técnica mista de impressão sobre papel e caneta / 125 x 80 mm
n.º inv. 01-07 / adquirido com fundos do fundo do porta-moedas
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A Colecção Bernardo, em depósito no Poesia & Lda, constituída por memorabilia quotidiana em homenagem a Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa, orgulha-se de apresentar ao público e pela primeira vez, a sua mais recente aquisição. Em “Consulta de Mesa” (peça aquirida por 1,70 Euros), é todo o esplendor matinal do quotidiano urbano que se revisita, num exercício gramático de signos (a “torrada de forma”, 80 cêntimos; a "meia-de-leite”, 90 cêntimos, no caso concreto “magra”), que inesperadamente nos transportam para o subtil território estético da manipulação repetitiva do discurso contemporâneo. A peculiaridade desta obra que terá condicionado a sua guarda à Colecção, reside na dimensão experimental e interventiva da caneta da empregada SÓNIA, co-autora do trabalho, que fornece ao crítico elementos preciosos no que toca ao contexto peculiar da produção do autor: não só ficamos a saber que a mesma terá sido gerada a 11 de Dezembro de 2006, com o intuito de plasmar o dispêndio ocorrido pelas 9h e 03m daquele dia pelo “Dr da manha”, como podemos, graças à intervenção da caneta sobre a peça que o mesmo não terá saldado a dívida de imediato. Remete-nos esta hipótese para a dimensão formal de caloteiro deste doutor, diriamos, algo manhoso, pois terá consumido os signos referidos a 11 de Dezembro e apenas a 4 de Janeiro de 2007, perto de um mês depois, se terá apresentado para saldar a despesa. Disso mesmo faz eco a diligente SÓNIA, ao classificar o doutor em questão como “Dr da manha”, e não de “Dr. da manhã”). A Colecção Bernardo orgulha-se de assim adicionar à sua colecção de carácter eminentemente visionário, mais esta peça única, doravante ao dispor da contemporaneidade.
sexta-feira, dezembro 22, 2006
A receita do dr. MANUEL ANTÓNIO PINA

Receita "médica" passada pelo poeta MANUEL ANTÓNIO PINA ao autor deste blogue: Rilke, Pound, Eliot e... Winnie-the-Pooh !
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quinta-feira, março 30, 2006
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